· Equipe HostnJoy · Mercado imobiliário  · 11 min read

Mercado imobiliário brasileiro 2026: dados, tendências e onde investir com maior retorno

O mercado imobiliário brasileiro em 2026 projeta crescimento de 10% nas vendas e VGV de R$ 290 bilhões. Vendas recordes de 426 mil unidades em 2025, crédito +16% e US$ 77 bi em capital estrangeiro. Panorama completo com foco em aluguel por temporada.

O mercado imobiliário brasileiro em 2026 projeta crescimento de 10% nas vendas e VGV de R$ 290 bilhões. Vendas recordes de 426 mil unidades em 2025, crédito +16% e US$ 77 bi em capital estrangeiro. Panorama completo com foco em aluguel por temporada.

O que esperar do mercado imobiliário brasileiro em 2026?

O mercado imobiliário brasileiro em 2026 projeta crescimento de 10% nas vendas e VGV (Valor Geral de Vendas) superior a R$ 290 bilhões, segundo projeções da CBIC. O setor fechou 2025 com 426.260 unidades vendidas — recorde histórico e alta de 5,4% sobre 2024 — com VGV de R$ 264,2 bilhões. Os principais vetores para 2026 são: liberação de demanda reprimida após 2 anos de Selic elevada, expansão de 16% no crédito imobiliário (Abecip) e fluxo recorde de capital estrangeiro (US$ 77 bilhões em 2025).

Dado-chave: 50% dos brasileiros pretendem comprar imóvel nos próximos 24 meses, o maior índice já registrado na série histórica da pesquisa Brain/Abrainc.

Para investidores em aluguel por temporada, o cenário é ainda mais promissor: o setor de short stay movimentou R$ 99,8 bilhões na economia brasileira em 2024, sustentou 627,6 mil empregos e posicionou o Brasil como 3º país do mundo em anfitriões, segundo estudo FGV/Airbnb.

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Dica SEO: Veja também nosso guia de imóveis para investir no Airbnb Brasil e as melhores práticas de gestão de propriedades em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Quantas unidades serão vendidas em 2026?

A CBIC projeta vendas de aproximadamente 470.000 unidades em 2026, crescimento de 10% sobre o recorde de 2025 (InfoMoney, fevereiro 2026).

Números do mercado imobiliário em 2025 (base para 2026)

IndicadorValor 2025Variação
Unidades vendidas426.260+5,4%
VGV totalR$ 264,2 bi+8,2%
Lançamentos (1º sem)+31,9% volume-
Vendas MCMV+15% unidades+16,5% valor

Fonte: CBIC, Abrainc, IBRESP (dezembro 2025)

Os dados da Abrainc para o primeiro semestre de 2025 confirmam a tendência: lançamentos cresceram 31,9% em volume e 34,6% em valor em relação ao mesmo período de 2024. O Minha Casa, Minha Vida puxou a fila com 15% de alta em unidades comercializadas (IBRESP, dezembro 2025).


Como está o crédito imobiliário para 2026?

O crédito imobiliário é o principal motor do setor. Em 2025, o financiamento somou R$ 140 bilhões (janeiro-novembro), queda de 17,1% sobre 2024 devido à Selic em 15%. Para 2026, a Abecip projeta crescimento de 16% no volume de crédito (Portas, fevereiro 2026).

Três mudanças que impulsionam o crédito em 2026

1. Liberação do compulsório da poupança O governo liberou 5% do compulsório, injetando R$ 35 bilhões no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). Mais recursos disponíveis para financiamento.

2. Teto do SFH elevado para R$ 2,25 milhões O valor máximo financiável pelo Sistema Financeiro da Habitação subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões após 7 anos sem correção. Isso amplia o uso do FGTS para entrada, amortização ou quitação de imóveis de médio e alto padrão.

3. Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida Nova modalidade para famílias com renda entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil, permitindo financiar imóveis de até R$ 500 mil com taxas subsidiadas.

Impacto prático: Cada ponto percentual de queda na Selic adiciona cerca de 160 mil famílias ao mercado de financiamento imobiliário.

Edifícios residenciais modernos em cidade brasileira


Quais segmentos imobiliários mais crescem em 2026?

O Minha Casa, Minha Vida deve bater 600 mil unidades vendidas em 2026, novo recorde. O programa responde por metade dos lançamentos nacionais e oferece demanda estável com risco reduzido de vacância para incorporadores.

Médio e alto padrão: a retomada

A Selic elevada excluiu 800 mil famílias do acesso a crédito para imóveis de R$ 500 mil nos últimos 5 anos (Abrainc). Com perspectiva de cortes graduais, essa demanda reprimida tende a se liberar. A pesquisa Brain mostra intenção de compra de 48% no segmento de médio e alto padrão.

Em São Paulo, o volume de vendas acumulado em 12 meses saltou de 138,8 mil para 151,7 mil unidades entre o 2º e 3º trimestre de 2025. Compras como investimento representaram 26% das aquisições no 4º trimestre de 2025, contra 20% no mesmo período de 2024 (CNN Brasil, fevereiro 2026).

Aluguel por temporada: o segmento com maior rentabilidade

O aluguel de curta duração (Airbnb, Booking) deixou de ser “renda extra” e se consolidou como classe de ativo imobiliário. Os números comprovam:

IndicadorValorFonte
Faturamento do setor (2024)R$ 12,4 bilhõesAirDNA
Projeção 2027R$ 15,8 bilhõesHostnJoy
Crescimento anual9,4%AirDNA
Imóveis ativos no Brasil619.000Airbnb
Posição global em anfitriões3º lugarAirbnb
Turistas estrangeiros (2025)9,2 milhõesEmbratur

O Brasil já tem 619 mil imóveis ativos em plataformas de short stay e recebeu 9,2 milhões de turistas estrangeiros em 2025, recorde histórico. A rentabilidade média do aluguel residencial em regiões metropolitanas (SP, RJ, BH) chegou a 19,1% ao ano somando valorização e renda (FGV/QuintoAndar).


Quanto rende um imóvel no Airbnb em 2026?

Segundo dados compilados pela HostnJoy, gestora de imóveis para aluguel de temporada com operação em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a rentabilidade varia significativamente por cidade:

CidadeOcupação médiaDiária médiaROI anualReceita média/ano
Belo Horizonte72%R$ 19511,2%R$ 51.300
Rio de Janeiro57%R$ 3069,8%R$ 73.000
São Paulo63%R$ 2148,3%R$ 49.200

Fonte: AirDNA/HostnJoy, dados 2024-2025

Belo Horizonte lidera em ROI (11,2%), enquanto Rio de Janeiro oferece a maior receita absoluta (R$ 73 mil/ano por imóvel) devido às diárias mais altas. São Paulo apresenta ocupação mais estável ao longo do ano (63%), reduzindo sazonalidade.

Case HostnJoy: A diferença entre autogestão e gestão profissional em BH é de 93% na receita. Imóveis que faturam R$ 3.600/mês com autogestão passam a faturar R$ 6.900/mês com precificação dinâmica, resposta em menos de 3 minutos e otimização de anúncio.

O boom de estúdios para Airbnb já é estrutural. No Rio, bairros como Copacabana e Leblon concentram empreendimentos de 20-40 m² projetados para alta rotatividade. Em SP, Bela Vista, Vila Olímpia e Pinheiros têm prédios inteiros focados no investidor de renda recorrente.

Impacto econômico: Estudo FGV/Airbnb (2024) calculou que para cada R$ 10 gastos em hospedagem, hóspedes desembolsam R$ 51 em negócios locais. O setor adicionou R$ 55,8 bilhões ao PIB e gerou R$ 8 bilhões em tributos diretos.

Para análise detalhada por cidade, confira o guia de imóveis para investir no Airbnb Brasil.

Interior de apartamento moderno preparado para aluguel por temporada


Como investidores estrangeiros estão comprando imóveis no Brasil?

O capital estrangeiro é um dos principais vetores do mercado imobiliário em 2026. Com o dólar acima de R$ 5,80, imóveis brasileiros ficaram baratos em moeda forte.

Números do investimento estrangeiro em imóveis

IndicadorValorFonte
Investimento direto estrangeiro (2025)US$ 77 bilhõesBanco Central
Variação sobre 2024+3,5%Banco Central
Investimento direto em imóveis (jan-set 2024)R$ 283 milhõesMJSP
Líder por nacionalidadeEUA (R$ 65,7 mi)MJSP

De janeiro a setembro de 2024, imigrantes investiram R$ 283 milhões diretamente em imóveis brasileiros: americanos lideraram (R$ 65,7 milhões), seguidos por franceses (R$ 39,9 milhões) e italianos (R$ 39,5 milhões), conforme o Boletim da Migração do MJSP.

Golden Visa brasileiro

O visto de investidor (RN 36) concede residência temporária de 4 anos para:

  • Norte/Nordeste: investimento a partir de R$ 700 mil
  • Demais regiões: investimento a partir de R$ 1 milhão

Rio de Janeiro lidera a atração com R$ 125 milhões em investimentos estrangeiros imobiliários nos primeiros 9 meses de 2024, seguido de São Paulo (R$ 56,4 milhões) e Santa Catarina (R$ 23,2 milhões).

Oportunidade para gestoras: Estrangeiros que compram imóveis para renda frequentemente moram no exterior e precisam de gestora local. A HostnJoy atende investidores internacionais com relatórios em inglês e gestão remota completa.


Quais são os riscos do mercado imobiliário em 2026?

O investidor precisa monitorar 4 riscos principais:

1. Selic ainda em dois dígitos

A taxa está em 15% e os cortes dependem de controle inflacionário. Se a queda for mais lenta que o esperado, o crédito permanece restrito até o 2º semestre.

2. Custo de construção em alta

A mão de obra representa 45-50% do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Discussões sobre jornada 6x1 podem encarecer imóveis novos.

3. Reforma tributária no aluguel de temporada

A LC 214/2025 equiparou locações abaixo de 90 dias a serviços de hospedagem, adicionando IBS e CBS. Para pessoa física, a carga pode chegar a 44%. Para PJ no Simples, começa em 6%. Planejamento tributário virou obrigatório.

Para entender o impacto completo, veja o guia de como declarar Airbnb no imposto de renda.

4. Regulação condominial

Decisão do STJ (REsp 1.819.075/RS, 2021) permite que condomínios proíbam aluguel de curta duração se a convenção especificar uso residencial exclusivo. Verifique sempre a convenção antes de comprar. Detalhes nos requisitos legais para anfitriões no Brasil.


O que fazer para investir em imóveis em 2026?

1. Escolha mercados com demanda comprovada

Cada cidade tem perfil distinto de rentabilidade:

  • Belo Horizonte: Maior ROI (11,2%), mercado menos saturado, forte demanda corporativa
  • Rio de Janeiro: Maior receita absoluta (R$ 73 mil/ano), turismo internacional, eventos
  • São Paulo: Ocupação mais estável (63% ano todo), demanda executiva, menor sazonalidade

Diversificar entre cidades reduz risco sazonal. A HostnJoy opera nas três capitais com equipes locais dedicadas.

Explore oportunidades em cada cidade:

2. Profissionalize a gestão desde o início

A gestão profissional de Airbnb é o que separa imóveis medianos de imóveis rentáveis. Fatores que fazem diferença:

  • Precificação dinâmica: Ajustes diários baseados em demanda, eventos e concorrência
  • Tempo de resposta: Menos de 3 minutos aumenta ranking nas plataformas
  • Qualidade de anúncio: Fotos profissionais, descrições otimizadas, títulos com palavras-chave
  • Operação completa: Check-in, limpeza, manutenção, comunicação 24/7

A HostnJoy realiza 2.400 micro-ajustes de preço por dia por imóvel, reagindo instantaneamente a mudanças de mercado. O resultado: ocupação média de 87% vs 63% do mercado.

Veja também: Como a gestão profissional HostnJoy maximiza o retorno em São Paulo, BH e Rio

3. Planeje a tributação desde o dia zero

Com a reforma tributária em fase de transição (2026-2033), a estrutura fiscal escolhida hoje terá impacto por anos:

RegimeAlíquota aproximadaIndicado para
Pessoa FísicaAté 27,5% + IBS/CBSReceitas baixas (<R$ 2.000/mês)
Simples NacionalA partir de 6%Receitas de R$ 4.000 a R$ 30.000/mês
Lucro Presumido11-14%Receitas acima de R$ 30.000/mês

Para imóveis com receita acima de R$ 4.000/mês, o CNPJ no Simples Nacional costuma ser mais vantajoso. Consulte um contador especializado.

Vista aérea de bairro residencial brasileiro

Dica para investidores: Veja como declarar corretamente seus rendimentos de aluguel por temporada no nosso guia fiscal para Airbnb.

Por que 2026 é o melhor momento para investir em aluguel de temporada?

O mercado imobiliário brasileiro está no melhor momento em uma década:

  • Vendas recordes: 426 mil unidades em 2025, projeção de 470 mil em 2026
  • Crédito em expansão: +16% projetado pela Abecip
  • Turismo em alta histórica: 9,2 milhões de estrangeiros em 2025
  • Capital estrangeiro fluindo: US$ 77 bilhões em 2025
  • Demanda reprimida: 50% dos brasileiros querem comprar imóvel em 24 meses

Para proprietários de imóveis em BH, SP e Rio, o aluguel por temporada oferece rentabilidade de 2x a 3x o aluguel tradicional, com demanda sustentada tanto doméstica (91% das reservas no Airbnb são de brasileiros) quanto internacional.

Aprofunde-se:

Como a HostnJoy pode ajudar seu investimento

A HostnJoy é especializada em gestão completa de imóveis para aluguel de temporada em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O serviço inclui:

✓ Criação e otimização de anúncio no Airbnb e Booking ✓ Fotos profissionais e tour virtual ✓ Precificação dinâmica com 2.400 ajustes diários ✓ Check-in e check-out automatizados ✓ Limpeza profissional e enxoval ✓ Comunicação 24/7 com hóspedes ✓ Manutenção preventiva e emergencial ✓ Relatórios financeiros prontos para IR

Taxa: 16% da receita bruta, sem taxa fixa ou custos ocultos.

Resultado médio: Ocupação de 87% (vs 63% do mercado) e receita 93% maior que autogestão.

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Perguntas frequentes sobre o mercado imobiliário 2026

Quanto custa um imóvel para investir no Airbnb?

Em capitais como SP, RJ e BH, apartamentos de 1 quarto para Airbnb custam entre R$ 300 mil e R$ 600 mil. Estúdios de 25-40 m² em bairros turísticos são os mais procurados por investidores.

Qual o retorno médio do aluguel por temporada?

O ROI varia de 8,3% (São Paulo) a 11,2% (Belo Horizonte) ao ano, considerando ocupação e diária média. Com gestão profissional, a rentabilidade pode superar 15%.

Vale a pena abrir CNPJ para Airbnb em 2026?

Sim, para receitas acima de R$ 4.000/mês. O Simples Nacional oferece alíquotas a partir de 6%, contra até 27,5% + novos tributos para pessoa física.

Qual cidade é melhor para investir em Airbnb?

Depende do objetivo: BH para maior ROI, RJ para maior receita absoluta, SP para menor sazonalidade. Diversificar reduz risco.

Como escolher uma gestora de Airbnb?

Avalie: taxa cobrada, ocupação média dos imóveis geridos, tempo de resposta, serviços inclusos e presença local. A HostnJoy oferece 87% de ocupação média e opera com equipes em SP, RJ e BH.


Fontes: CBIC, Abrainc, Abecip, Brain Inteligência Estratégica, FGV/Airbnb (2024), InfoMoney, CNN Brasil, Portas, Banco Central do Brasil, Ministério da Justiça (Boletim da Migração), AirDNA, Embratur, HostnJoy (dados internos 2024-2025).

Última atualização: 9 de março de 2026

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